Defesa Animal

Onca protesta em frente à UFRGS e filial do Instituo Royal em Porto Alegre

Na semana em que o Instituo Royal em São Roque (SP) recebe manifestações contrárias, o Onca participa de protesto na filial do Instituto em POA

Por: Adriana Valim/Onca-SG

 

Ativistas protestam contra experimentos em animais na filial do Instituto Royal, no Rio Grande do Sul.

No sábado de 19 de outubro de 2013, o grupo Onca –SG, juntamente com outros grupos da região de Porto Alegre, se uniram para participação ativa em protesto contra o uso de animais em testes e pesquisas perpetrados pelo Instituto Royal.

A informação do protesto chegou em cima da hora, sendo que o grupo já havia agendado um tradicional Ato pelos Direitos Animais na cidade de Caxias do Sul, obrigando assim a modificar a programação. O episódio ocorrido durante a semana não poderia dar outra reação nos ativistas de todo o Brasil, ativistas motivados a mudar a realidade da crueldade animal presente neste país, se organizaram em protesto e após alguns dias em frente ao Instituto Royal, invadiram, resgatando em torno de 200 beagles, em horríveis condições.  A ação mais saliente que pode haver neste momento é um apoio mútuo, para aqueles que lutam pela Libertação Animal.

O banner exibe a tortura pela qual os animais passam em experimentações.

Em uma mobilização rápida, através das redes sociais, ativistas do RS planejaram um protesto em frente à filial do Instituto Royal, na capital Porto Alegre. O instituto fica nas dependências da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), mas ao chegar ao local, em frente ao campus de agronomia da UFRGS, os ativistas foram impedidos pela Polícia Federal de adentrar nas dependências da universidade, sendo que o objetivo primordial do grupo era avançar pelo campus e prosseguir até a unidade do Instituto Royal. Assim, o protesto se projetou somente em frente à Universidade.

Apesar de alguns impedimentos, os ativistas foram bem recepcionados pelo público que trafegava no local, com aplausos e palavras de apoio. Sendo que mesmo com empecilhos, ativistas levaram para a população, através de faixas de conscientização e panfletos, informações valiosas, para que as pessoas entendam o que estão consumindo e conseqüentemente a ligação direta de quem compra, apóia a tortura e crueldade nos testes de produtos, como cosméticos, fármacos, alimentícios e afins. Não compre produtos testados em animais, não financie esta crueldade.  Saiba as marcas de produtos que testam e as que não testam aqui.

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