Defesa Animal

Onca protesta em apoio ao dia mundial antipeles em Porto Alegre (RS)

Por: Lucas da Costa/Onca-SG

Ativistas protestam contra o uso de peles.

Na manhã de sexta feira, 29 de novembro de 2013, em apoio ao dia mundial antipeles (23 de novembro), o grupo Onca – Serra Gaúcha participou, juntamente o grupo abolicionista Princípio Animal, da capital do Rio Grande do Sul, de um protesto em frente à Chillacenter, uma loja de chinchilas, utilizadas com o intuito de venda da pele. O manifesto teve início por voltas das 10 horas da manhã, quando os ativistas prepararam o local com símbolos de representatividade da morte das chinchilas, como cruzes com os dizeres “chinchilas”, e ainda um falso sangue, feito artesanalmente. O mesmo foi espalhado no decorrer da calçada e em um pedaço da rua, do outro lado da loja. Os ativistas seguravam algumas faixas apontavam para a loja, com diversas escritas, sendo que na última, em direção à loja, estava a escrita “Chillacenter Assassina”, em referência ao ato de abate das chinchilas para extração das peles.

A cruz lembra que o uso de peles implica morte de dezenas de animais.

O protesto teve repercussão rápida, sendo que duas equipes de reportagem se deslocaram á praça para realização de matéria jornalística. Folders estavam sendo distribuídos para os transeuntes locais. Muitas pessoas se interessaram pelo assunto, tendo buscado a orientação junto aos ativistas.

O protesto, com a intenção de ser realizado apenas na parte da manhã, chegava ao seu fim, quando alguns ativistas se deslocaram para o lado da calçada pública, respeitando o limite da calçada que pertence à loja, espalhando ali um rastro de sangue falso. O ato foi então repreendido por alguns moradores que ali se encontravam, sendo que os responsáveis vieram para fora do estabelecimento para questionar quanto ao ato ocorrido. Assim, houve um teor de exaltação por parte das pessoas incomodadas com a atitude, sendo questionado quanto ao ato de “sujar a calçada”, e de invasão da calçada da loja e prédio. Ativistas explicaram quanto ao mesmo e lembraram o direito de manifestação conforme Constituição Federal de 1988, porém os responsáveis pela loja acionaram a Brigada Militar para tentar um desfecho na situação que se estabeleceu.

Ativistas jogam sangue falso na calçada em frente à loja, para frisar que o comércio da loja mata dezenas de animais.

Ao chegarem ao local, tanto os responsáveis da loja, quanto os ativistas, foram ouvidos, sendo que em acordo, ambas as partes decidiram que se encerraria a situação de conflito que se formou no local. A BM disse claramente que não poderia obrigar os responsáveis a limpar o “sangue falso” do local. Os responsáveis pela loja queriam que a situação fosse para a resolução na forma de Boletim de Ocorrência, sendo que se tal fosse feito, os ativistas poderiam solicitar uma ocorrência em contraposto ao mesmo, pois foram vítimas de palavras de baixo calão, preconceito quanto à sexualidade, estilo de vida, e ameaças de violência física.

Com a decisão, o grupo deixou o local, sendo que os argumentos foram expostos de maneira clara e objetiva quando da necessidade de esclarecimento frente à situação estabelecida. Os animais não têm escolha, você tem, NÃO COMPRE PELES. Passe a informação adiante, faça a conexão, PELE = MORTE.

Conflitos ocorrem devido ao protesto.

Um comentário

  1. AMEI!!! MIL PARABÉNS!!!

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